quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

E a impulsividade toma conta, a vontade de querer é maior que a necessidade e a realidade. Todos aplaudem, vibram, invejam e mentem, e ela? Ela continua, sonhando e buscando. Como não querer seu próprio bem? Como não querer ser feliz? Afinal, não é pra isso que estamos aqui? De que vale ter e não buscar? Ela se orgulha sim, se orgulha de muitas vezes ter dormido sem ao menos descansar,  logo acordado pra trabalhar, chorado por não ter, por querer desistir, mas de que adianta estar aqui sem tentar? Sem buscar? Não, não foi pra isso que ela veio, não é isso o que ela quer, ela quer mais, quer além do sonho, além daquilo que está ao seu alcance e no final simplesmente dizer: Venci, EU consegui.
Não há nada que ela queira, além disso, vencer e se orgulhar de si própria.

Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome

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